Gilberto Bujak e o trabalho da Controladoria-Geral
Gilberto Bujak e o trabalho da Controladoria-Geral

“Minha prestação de contas é para a população.

Eles precisam ver que o dinheiro pago em impostos está sendo bem investido.”

Gilberto Bujak

 

Criada em 2009, a Controladoria-Geral do Município (CGM), vinculada à Secretaria Municipal de Transparência e Controle (SMTC), passou por modificações na sua estrutura no último ano, e parte das funções que exercia estão hoje sob responsabilidade da Contadoria-Geral do Município, vinculada à Secretaria Municipal da Fazenda (SMF).

Um dos trabalhos da CGM que se destaca, de acordo com o Controlador-Geral Gilberto Bujak, é a área de despesa pública. Através da análise, os auditores conferem se processos de despesa do município estão regulares. Com isso, é possível evitar o desperdício de recurso público. “Economia é deixar de pagar despesas erradas”, avalia Bujak.

Todos os setores da prefeitura passam pela criteriosa análise da Controladoria – os órgãos da administração direta, indireta e das empresas. O objetivo, explica Bujak, ” é blindar executivo de apontamentos do TCE (Tribunal de Contas do Estado”.

Para o futuro, existe o projeto de implantação de um sistema de auditoria, semelhante ao já utilizado nos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, que pretende auxiliar no trabalho já desenvolvido pelas equipes. Além disso, o Controlador-Geral tem como meta aprimorar a área de correição. Com a ampliação da ouvidoria, ele prevê aumento da demanda de denúncias de corrupção e desvios de finalidade, por exemplo.

Gilberto Bujak é o representante da prefeitura de Porto Alegre no Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci), entidade composta por estados e capitais para a troca de informações sobre sistemas e práticas. Para que seja preservada a memória do trabalho realizado, Bujak defende que a função de Controlador seja exercida por um funcionário de carreira. “O Controle é totalmente técnico, não pode ser subordinado a partidos políticos”, conclui.

 

A Ascontec

Integrante da direção provisória que se organizou pela criação da Ascontec em 2012, Gilberto Bujak vê como positiva a atuação da entidade em favor dos servidores. “A Ascontec começou com grupo de trabalho, sempre participativa. É importante termos uma estrutura que alavanque as questões da categoria”, avalia.