Empenhos das unidades de saúde passam pela seccional da despesa na SMS

O trabalho realizado pelos quatro técnicos do controle interno na seccional da despesa da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) tem demanda intensa durante todo o mês. Vinculada à Secretaria Municipal da Transparência e Controladoria, a equipe é formada por Leila Bittencourt Steglich, Andrea da Silva Amaro, Tânia dos Santos Oliveira e Everson Hirã de Oliveira.

(A partir da direita) Andrea, Leila, Tânia e Everson

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Com um dos maiores orçamentos do município de Porto Alegre, a pasta da Saúde é responsável por cerca de 400 processos mensais que incluem as despesas do HPS (Hospital de Pronto Socorro), HMPV (Hospital Materno Presidente Vargas), Prontos Atendimentos, SAMU e Vigilância Sanitária, por exemplo.

O objeto principal desses processos é o empenho das empresas terceirizadas, responsáveis pela contratação de profissionais que prestam diversos serviços nas unidades de saúde, como limpeza, manutenção, vigilância, portaria, cozinha, lavanderia, atendimento de central telefônica e até mesmo profissionais médicos. Além disso, também passa pela equipe da despesa a aprovação do repasse do SUS a hospitais e laboratórios e de valores referentes a casos de judicialização.

Conforme explicam, as dúvidas das equipes financeiras das unidades de saúde do município são todas centralizadas ali. “Pelo valor do orçamento da Secretaria da Saúde e pelo volume de processos, a quantidade de pessoal é muito pouca”, avalia Tânia.

Para os técnicos da seccional da despesa na SMS, a separação da controladoria não mudou o trabalho e, portanto, não era necessária. Em relação à Ascontec, os profissionais sugerem a realização de mais assembleias, que entendem ser uma boa maneira de estar em contato com os colegas e se manter atualizados sobre as atividades da Associação.