Equipe de execução orçamentária analisa despesas do município

A análise de todas as solicitações de recursos para licitações e contratos de praticamente todos os órgãos da prefeitura de Porto Alegre passa pela coordenação de Execução Orçamentária da Secretaria Municipal da Fazenda (SMF). A equipe é composta por doze pessoas – dentre elas, três servidoras do Controle Interno, incluindo a coordenadora, Fabiana Feroleto. Há ainda economistas, administradores e assistentes administrativos.

Gabriela Ceron, Elisabete Reolon e Fabiana Feroleto

Os profissionais do setor examinam cada solicitação de despesa, encaminhada através de um Pedido de Liberação (PL). Os resultados dão suporte à tomada de decisão pelo Comitê de Gestão Orçamentária e Financeira (CGOF). Entre os itens observados, estão despesas com o mesmo objeto em períodos anteriores e o valor dos contratos já vigentes com a prefeitura. “Após ser realizada, essa análise é encaminhada pela Secretaria Executiva do CGOF, onde é aprovada ou reprovada”, explica Fabiana.

O único órgão da administração direta e indireta cujas despesas não passam pelo crivo da equipe é o Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE).  No caso da autarquia, a coordenação é responsável por avaliar apenas as suplementações orçamentárias solicitadas.

Entre os oito analistas orçamentários que atuam no setor também estão a técnica de Controle Interno Elizabete Reolon e a auditora Gabriela Ceron. De acordo com Fabiana, o conhecimento técnico da categoria facilita a inspeção dos gastos do município.

“Esses profissionais tem uma visão sistemática de como funciona a despesa do inicio ao fim. Isso facilita no desempenho das atividades e a análise do que está sendo solicitado por cada secretaria”, diz a coordenadora de Execução Orçamentária.

Em um ambiente de trabalho considerado agradável, o ponto negativo apontado pelas servidoras é o software do Sistema de Gerência Orçamentária (GOR), desenvolvido pela Procempa, que exige muitas atividades manuais. “Precisamos mexer em diversos sistemas separadamente. Se fossem mais integrados, auxiliaria bastante no trabalho”, avalia Gabriela.